v1.0 · Owner: Ueslei C. Nascimento · Revisão trimestral · Junho 2026


O documento normativo

Artefatos, Documentação e Workflow de Aprovação · v1.0

Fonte
O texto vinculante é este, publicado a partir de day-zero-playbook.md no repositório. Texto sincronizado do repositório em 11 de agosto de 2026.
Day Zero Playbook · Artefatos, Documentação e Workflow de Aprovação · v1.0 · Owner: Time de Arquitetura · Revisão: trimestral · Última atualização: Junho 2026

Como ler este documento. O Day Zero Playbook se divide internamente em Capítulos (1 a 10) e descreve as Etapas (0 a 6) do workflow: tudo o que um projeto resolve antes da primeira linha de código. Referências do tipo “Capítulo 7” apontam para dentro deste documento; “Etapa 3” aponta para uma etapa do workflow. Temas posteriores (segurança, deploy, code review, encerramento) são companheiros no roadmap, tratados fora deste playbook.

Capítulo 1: Visão Geral

Este playbook define os artefatos obrigatórios e o workflow que todo projeto deve seguir antes de qualquer linha de código ser escrita. O objetivo é simples de enunciar e difícil de sustentar: negócio e tecnologia alinhados, cada decisão com rastro, e menos retrabalho nascido de projeto começado às pressas.

As etapas a seguir podem ser executadas por times diferentes (interno, contratado ou time parceiro). Por isso, este playbook adota duas garantias inegociáveis:

  • Pacote de handoff autossuficiente: o artefato de cada etapa deve ser completo o bastante para que o time da etapa seguinte continue sem depender do time anterior.
  • Segregação de funções: quem produz um artefato nunca é quem o aprova.
⚠️ OBRIGATÓRIONenhum projeto pode iniciar desenvolvimento sem que todos os artefatos desta seção estejam formalizados, aprovados e registrados no Repositório de Documentação: a ferramenta de documentação acordada entre as partes no início do projeto (ex: Confluence, SharePoint, wiki do Git) e registrada no BRD. Quando aplicável, vale também o registro por e-mail com o solicitante.

1.1 Índice deste documento

CapítuloConteúdo
1Visão Geral, índice, roadmap e diagrama do workflow
2Princípios do Playbook
3Papéis e Responsabilidades (glossário de papéis + RACI)
4Workflow Geral (fluxo de aprovação, estimativa, mudanças)
Etapas 0-6Detalhe de cada etapa (Discovery, BRD, HLD, LLD/TDD, SAD, Bootstrap, Go/No-Go)
5Registro de Riscos
6Matriz de Rastreabilidade
7Baseline Mínimo de Segurança
8Tailoring por Criticidade
9Resumo de Artefatos e Onde Armazenar
10Glossário e Acrônimos

1.2 Roadmap (companheiros futuros)

EscopoStatus
Day Zero Playbook: prontidão pré-desenvolvimento (este documento)Publicado (v1.0)
Segurança: configurações obrigatóriasEm elaboração
Desenvolvimento & Code Review · Deploy & Operação · Encerramento & HandoverRoadmap (pós-Day Zero)

1.3 Fronteira deste documento

Este documento cobre da concepção do negócio até a autorização de início do desenvolvimento (gate Go/No-Go). O que vem depois (padrões de código, fluxo de branches, code review, encerramento) fica fora do escopo do Day Zero Playbook e é governado pelas convenções da própria equipe. No Bootstrap Técnico, registre qual convenção o projeto adota para cada tema:

  • Estratégia de branches: a estratégia adotada pela equipe (ex.: Gitflow, trunk-based, GitHub Flow).
  • Padrão de issues: o formato adotado pela equipe (ex.: HU/Task/Bug).
  • Verificação e encerramento de bugs: o processo de QA e fechamento de bugs adotado pela equipe.
  • Segurança (configurações obrigatórias): companheiro de Segurança, em elaboração. Até ele existir, vale o baseline mínimo do Capítulo 7 deste documento.

1.4 O Workflow em um diagrama

   Etapa 0 · Discovery / Spike ................ opcional
        |
        | alimenta
        v
   Etapa 1 · BRD .............................. aprova: PM + Solicitante
        |
        v
   Etapa 2 · HLD (C4 L1/L2) ................... aprova: Tech Lead Aprovador
        |\
        | \__ pode iniciar após HLD aprovado __
        |                                      \
        v                                       v
   Etapa 3 · LLD/TDD (C4 L3)          Etapa 5 · Bootstrap Técnico
        |                                       |
        v                                       |
   Etapa 4 · SAD (consolidação)                 |
        |                                       |
        +-------------------+-------------------+
                            v
                  Etapa 6 · Go / No-Go
                            |
              +-------------+-------------+
              v                           v
      [ NÃO ] Bloqueado          [ SIM ] Início do Desenvolvimento

Capítulo 2: Princípios do Playbook

#PrincípioO que significa na prática
P1Produtor ≠ AprovadorQuem escreve o artefato não pode ser quem dá o aprovado final da etapa.
P2Handoff autossuficienteO teste de qualidade de um artefato é: “um time que não o escreveu consegue produzir a etapa seguinte só com ele?”.
P3Rastreabilidade ponta a pontaTodo requisito (RF/RNF) é rastreável até um componente de design e até um caso de teste.
P4Operabilidade e risco entram cedoDeploy, observabilidade, DR e riscos são decididos no HLD/LLD, não no fim.
P5Gate objetivoCada etapa tem critério de entrada (DoR) e de aceite (DoD) verificáveis; aprovação não é subjetiva.
P6ADR no momento da decisãoA decisão arquitetural é registrada quando é tomada; o SAD apenas a consolida.
P7SAD é documento vivoO SAD é montado a partir dos artefatos anteriores; não é retrabalho.
P8Tailoring por criticidadeO rigor escala com a criticidade do projeto (ver Capítulo 8). O BRD e o Go/No-Go nunca são dispensados.

Capítulo 3: Papéis e Responsabilidades

3.1 Glossário de papéis

PapelQuem éResponsabilidade principal
Solicitante (Business Owner)Área de negócio dona do problemaEscreve e aprova o BRD; aprova custo e justificativa de negócio.
PM (Gerente de Projeto)Interno ou time responsávelConduz o fluxo, cronograma, comunicação e o gate Go/No-Go.
Tech Lead (Produtor)Interno ou contratadoLidera a produção técnica (HLD, coordenação do LLD).
ArquitetoInterno ou contratadoDesenha a arquitetura (HLD, SAD) e registra ADRs.
Dev LeadInterno ou contratadoDetalha o LLD/TDD e o Bootstrap Técnico.
UX DesignerInterno ou contratadoProduz protótipo/wireframes quando o projeto possui UI; valida acessibilidade junto ao Solicitante.
Tech Lead AprovadorDesignado pela organizaçãoAutoridade de aprovação técnica das Etapas 0-5. Guardião do processo. Nunca aprova um artefato que ele próprio produziu (P1).
Segurança / DPOInternoAvalia segurança e LGPD; aprova o gate de segurança.

3.2 Matriz RACI por etapa

R = Responsável (produz) · A = Aprova · C = Consultado · I = Informado

EtapaSolicitantePMProdutor (Arq./Dev Lead)Tech Lead AprovadorSegurança/DPO
0. Discovery/SpikeCCRAC
1. BRDR/AACCC
2. HLDIIRAC
3. LLD/TDDIIRAC
4. SADICRAC
5. Bootstrap TécnicoICRAC
6. Go/No-GoARCAA

Capítulo 4: Workflow Geral

O processo é composto por 6 etapas obrigatórias (1 a 6) e 1 etapa opcional (a Etapa 0, de Discovery). Cada etapa depende da aprovação da anterior. Etapas não podem ser puladas; paralelização só é permitida quando explicitamente autorizada nesta tabela.

#EtapaArtefato PrincipalProdutorAprovado porParalelização
0Discovery / Spike (opcional)Spike / PoC ReportArquiteto / Dev LeadTech Lead AprovadorPrecede a Etapa 1 quando exigida
1Levantamento de NegócioBusiness Requirements Document (BRD)SolicitantePM (+ Solicitante p/ negócio)-
2Design de Alto NívelHigh-Level Design (HLD) + C4 L1-L2Arquiteto / Tech LeadTech Lead Aprovador-
3Design de Baixo NívelLow-Level Design (LLD) + TDD + C4 L3Dev Lead / ArquitetoTech Lead Aprovador-
4Documento de ArquiteturaSolution Architecture Document (SAD), vivoArquitetoTech Lead AprovadorMantido ao longo das Etapas 2-4
5Bootstrap TécnicoRepo + Gitflow + CI/CD + Ambientes + SegredosDev Lead / DevOpsTech Lead AprovadorPode iniciar após a Etapa 2 aprovada
6Aprovação FinalChecklist de Go/No-GoPM / Tech LeadSolicitante + Tech Lead Aprovador + Segurança-

4.1 Fluxo de Aprovação, Reprovação e Rework

Toda etapa termina em uma decisão formal do aprovador. O caminho de reprovação é parte do processo:

  • Aprovado: registrado no Repositório de Documentação ou por e-mail; libera a etapa seguinte.
  • Reprovado: o aprovador registra motivos objetivos (referenciando o critério de aceite da etapa). O produtor corrige e ressubmete.
  • SLA de revisão: o aprovador tem 3 dias úteis para revisar cada submissão. Cada aprovador deve ter um suplente designado para não bloquear o fluxo.
  • Limite de iterações: após 3 ciclos de reprovação na mesma etapa, o caso é escalado ao Time de Arquitetura para decisão (replanejar escopo, trocar abordagem ou cancelar).

4.2 Política de Estimativa Progressiva

A estimativa de custo/prazo não é um número único. Ela é registrada no BRD (ordem de grandeza) e reestimada obrigatoriamente em dois pontos: após o HLD (estimativa de arquitetura/infra) e após o LLD (estimativa de esforço de desenvolvimento). Variações acima de ±25% entre estimativas exigem ciência formal do Solicitante.

4.3 Gestão de Mudanças

Alterações de escopo após qualquer aprovação exigem: (a) atualização dos artefatos afetados, (b) reavaliação de risco e estimativa, e (c) re-aprovação pelos mesmos aprovadores das etapas impactadas.

4.4 Métricas do Processo

Um playbook que não se mede não evolui. O Time de Arquitetura acompanha, por trimestre:

MétricaO que indica
Lead time por etapaTempo entre submissão e aprovação. Etapas lentas indicam gargalo de aprovadores ou artefatos malformados.
Ciclos de reprovação por etapaReprovações recorrentes na mesma etapa indicam critérios de aceite mal compreendidos ou template insuficiente.
Variação de estimativa (BRD → LLD)Variações sistemáticas acima de ±25% indicam BRDs fracos ou discovery insuficiente (rever uso da Etapa 0).
Retrabalho pós-GoMudanças de escopo/arquitetura após o Go/No-Go. É o indicador final da qualidade do processo.

Os resultados alimentam a revisão trimestral deste documento (ver cabeçalho).

Etapa 0: Discovery / Spike (opcional)

Etapa de redução de incerteza antes de comprometer o BRD/arquitetura. É timeboxed e gera aprendizado, não código de produção.

Quando é exigida: tecnologia nova/não dominada pelo time; viabilidade técnica incerta; integração externa sem contrato conhecido; ou risco técnico classificado como Alto no levantamento inicial. Para projetos sem esses fatores, a Etapa 0 é dispensada.

Entrada (DoR): oportunidade/ideia registrada e uma pergunta de viabilidade clara a responder (“é possível X dentro de Y?”).

Conteúdo do Spike / PoC Report

SeçãoDescrição
Pergunta de ViabilidadeA hipótese a validar, com critério objetivo de sucesso/falha.
TimeboxEsforço máximo alocado (ex: 3-5 dias).
ExperimentoO que foi construído/testado (descartável).
ResultadoValidado / Invalidado / Inconclusivo, com evidências.
Impacto no ProjetoPremissas confirmadas/derrubadas que alimentam BRD e HLD.
RecomendaçãoSeguir / pivotar / não seguir.
✅ DoD da Etapa 0Pergunta de viabilidade respondida com evidência; recomendação registrada; premissas resultantes prontas para entrar no BRD/HLD. O código do spike é descartável e não vai para produção.

Etapa 1: Business Requirements Document (BRD)

O BRD é o ponto de partida. Documenta o problema de negócio, objetivos, escopo e stakeholders. Deve ser escrito e aprovado pelo solicitante antes de qualquer atividade técnica.

Entrada (DoR): problema de negócio identificado e patrocinador (Solicitante) definido. Se houve Etapa 0, os achados do spike estão disponíveis.

Conteúdo Obrigatório do BRD

SeçãoDescrição
Contexto e ProblemaDescrição da situação atual (as-is), a dor de negócio e por que o projeto é necessário agora.
Objetivo de NegócioO que se espera alcançar. Deve ser mensurável (ex: reduzir tempo de processo em X%).
EscopoO que está dentro e fora do escopo. Inclui integrações, sistemas impactados e exclusões explícitas.
StakeholdersLista de envolvidos: solicitante, usuários finais, responsável técnico, aprovadores.
Requisitos FuncionaisLista priorizada das funcionalidades (formato: RF-001, RF-002…). Base da matriz de rastreabilidade (Capítulo 6).
Requisitos Não-FuncionaisPerformance, disponibilidade, segurança, idiomas, acessibilidade (ex: WCAG 2.1 AA), SLA esperado. Cada RNF deve ser mensurável (formato: RNF-001…).
Critérios de AceiteCondições que definem quando o projeto está “pronto” para o negócio.
Processo As-Is / To-BeMapeamento do processo atual e do novo fluxo proposto.
Restrições e PremissasLimitações conhecidas (tecnologia, prazo, orçamento) e premissas assumidas.
Riscos de Negócio (inicial)Primeira versão do Registro de Riscos (Capítulo 5), com riscos de negócio conhecidos.
Custo Estimado (ordem de grandeza)Estimativa inicial em duas parcelas: construção (desenvolvimento + infra de projeto) e custo recorrente anual (TCO de operação: infra, licenças, suporte). Aprovada pelo solicitante; será refinada (Capítulo 4, Estimativa Progressiva).
Justificativa de NegócioParágrafo obrigatório com ROI ou motivação estratégica, assinado pelo solicitante.

Definições Obrigatórias no BRD

DimensãoOpçõesImpacto no Projeto
CriticidadeBaixa / Média / Alta / CríticaDefine SLA, monitoramento, deploy, nível de testes e o tailoring do processo (Capítulo 8).
Nº de UsuáriosEstimativa inicial e pico esperadoDefine autoscaling, cache e dimensionamento de infra.
Multi-idiomaSim / Não (PT, ES, EN…)Define uso de i18n desde a concepção; não pode ser adicionado depois.
AutoscalingNecessário / Não necessárioDefine arquitetura de infra (auto-scaling vs. instâncias fixas).
Dados Pessoais (LGPD)Coleta / Não coletaObriga avaliação de impacto LGPD antes do início do desenvolvimento.
Classificação de DadosPúblico / Interno / Confidencial / RestritoDefine criptografia, controle de acesso e retenção.
Requisitos Regulatórios / ComplianceLista (LGPD, PCI-DSS, SOC 2, setoriais…)Define controles, trilhas de auditoria e gates de conformidade aplicáveis ao domínio.
Integrações ExternasLista de sistemas/APIsDefine dependências, riscos e prazo de homologação com terceiros.
Disponibilidade / DRRTO e RPO esperadosDefine estratégia de backup, redundância e recuperação de desastre.
Interface de Usuário (UX)Possui UI / Não possuiQuando há UI, exige protótipo/wireframes aprovados pelo Solicitante antes do LLD (Etapa 3) e validação de acessibilidade.
Uso de IAUsa IA/LLM / Não usaQuando há componente de IA, exige avaliação de risco de IA (dados, viés, privacidade, conformidade, ex: ISO/IEC 42001) antes do Go/No-Go.
✅ DoD da Etapa 1 (BRD)Todas as seções preenchidas; RFs e RNFs codificados e mensuráveis; criticidade, classificação de dados e compliance definidos; justificativa de negócio assinada; riscos de negócio iniciais registrados. Handoff: o time da Etapa 2 consegue projetar a arquitetura só com o BRD.

Etapa 2: High-Level Design (HLD)

O HLD traduz os requisitos de negócio em uma visão técnica de alto nível: arquitetura macro, componentes principais, integrações e decisões tecnológicas.

Entrada (DoR): BRD aprovado (DoD da Etapa 1 atendido).

Conteúdo Obrigatório do HLD

SeçãoDescrição
Visão Geral da ArquiteturaEstilo arquitetural adotado (microsserviços, monolito modular, serverless) com justificativa.
Diagrama de Contexto (C4 L1)O sistema como caixa preta, usuários e sistemas externos. Ver Modelo C4 nesta etapa.
Diagrama de Contêineres (C4 L2)Apps, APIs, bancos de dados, filas. Ver Modelo C4 nesta etapa.
Stack TecnológicaLinguagens, frameworks, bancos, serviços de nuvem e justificativas.
Análise Build vs Buy vs Open SourcePara os componentes principais: construir, comprar (SaaS/COTS) ou adotar open source, com critérios objetivos (TCO, prazo, aderência ao requisito, lock-in, maturidade) e decisão registrada em ADR.
Topologia de InfraestruturaVPC, subnets, load balancers, regiões de nuvem, estratégia de rede.
Fluxo de Dados PrincipalComo o dado percorre o sistema, com transformações e armazenamentos.
Integrações e APIs ExternasTodas as integrações, protocolos, contratos esperados e dependências.
Estratégia de SegurançaAutenticação, autorização, criptografia, pontos de entrada protegidos. Threat modeling inicial (Capítulo 7).
Estratégia de EscalabilidadeResposta ao aumento de carga (horizontal/vertical, auto-scaling).
Estratégia de Deploy (preliminar)Abordagem pretendida (blue/green, canary, rolling), pois impacta a infra.
Estratégia de Observabilidade (preliminar)O que será monitorado e quais SLIs/SLOs candidatos, pois impacta o design dos componentes.
Requisitos de DRRTO/RPO e estratégia macro de recuperação.
Riscos TécnicosAtualização do Registro de Riscos (Capítulo 5) com riscos de arquitetura.
Pontos de Decisão Técnica (ADR)ADRs das decisões tomadas neste nível (P6).

Modelo C4: Níveis Exigidos no HLD

O Modelo C4 (Context, Containers, Components, Code) é o padrão de diagramação adotado neste playbook. No HLD são obrigatórios os níveis 1 e 2.

NívelNomeO que mostraEtapaFerramenta sugerida
L1ContextO sistema, usuários e sistemas externos. “O que é o sistema?”HLDDraw.io / Miro
L2ContainersWeb app, API, banco, fila. “Como é construído?”HLDDraw.io / Miro
L3ComponentsMódulos, serviços e classes dentro de cada contêiner. “O que há dentro?”LLDDraw.io / PlantUML
L4CodeClasses e interfaces (UML). Gerado quando necessário.OpcionalPlantUML / IDE
💡 DICAUse Structurizr DSL ou Draw.io com template C4 para consistência visual. Os diagramas devem estar versionados no repositório Git ou no Repositório de Documentação.
✅ DoD da Etapa 2 (HLD)C4 L1 e L2 presentes; stack justificada; análise build vs buy registrada para os componentes principais; integrações mapeadas; estratégias de segurança, deploy, observabilidade e DR definidas em nível macro; ADRs registrados; riscos técnicos atualizados; reestimativa registrada. Handoff: o time da Etapa 3 detalha o LLD só com o HLD.

Etapa 3: Low-Level Design (LLD) e Technical Design Document (TDD)

O LLD/TDD detalha como cada componente será implementado. É a referência dos desenvolvedores durante a codificação.

Entrada (DoR): HLD aprovado; stack e integrações definidas. Se o projeto possui interface de usuário, protótipo/wireframes aprovados pelo Solicitante.

Conteúdo Obrigatório do LLD/TDD

SeçãoDescrição
Diagrama de Componentes (C4 L3)Módulos internos de cada contêiner: responsabilidades e interfaces.
Modelo de DadosDiagrama ER, esquema do banco, naming conventions, índices e constraints.
Definição de APIs e ContratosEspecificação OpenAPI/Swagger de todos os endpoints: métodos, payloads, respostas, erros e autenticação.
Fluxos de Processo DetalhadosDiagramas de sequência/UML dos principais casos de uso e fluxos alternativos.
Estratégia de Tratamento de ErrosComo erros são capturados, logados, retornados e notificados.
Estratégia de CacheO que é cacheado, TTL, invalidação e ferramenta (Redis, CloudFront…).
Instrumentação de ObservabilidadeLogs, métricas e traces por componente; mapeamento até os SLIs/SLOs definidos no HLD.
Pontos de Rollback / Feature FlagsComo cada mudança pode ser revertida com segurança.
Migrations e Versionamento de SchemaPlano de migrations, ferramenta (Flyway, Liquibase, Alembic) e rollback.
Estratégia de TestesTipos (unitário, integração, E2E), cobertura mínima, ferramentas, responsáveis e gestão de dados/ambientes de teste.
Dependências e BibliotecasLista com versão, licença e justificativa de uso.
Considerações de PerformancePontos críticos, benchmarks esperados e estratégias de otimização.

Diagramas Obrigatórios no LLD

DiagramaQuando usarFerramenta
Diagrama de SequênciaFluxos com múltiplos atores e serviços (autenticação, checkout, webhook).PlantUML / Miro
Diagrama ER / SchemaTodo projeto com banco relacional.dbdiagram.io / draw.io
Diagrama de Componentes C4 L3Sistemas com mais de 3 contêineres ou módulos internos complexos.Structurizr / draw.io
Diagrama de EstadoEntidades com ciclo de vida complexo (pedido, documento, aprovação).PlantUML / draw.io
Diagrama de Atividade / FluxoProcessos com ramificações, decisões e loops relevantes.Lucidchart / draw.io
✅ DoD da Etapa 3 (LLD)C4 L3, modelo de dados e contratos OpenAPI completos; observabilidade e rollback definidos por componente; estratégia de testes definida (com dados/ambientes de teste); matriz de rastreabilidade (Capítulo 6) preenchida; reestimativa de esforço registrada. Handoff: um desenvolvedor implementa só com o LLD.

Etapa 4: Solution Architecture Document (SAD)

O SAD é o documento vivo que consolida as decisões de HLD e LLD num registro único de referência. É mantido ao longo das Etapas 2 a 4 e finalizado nesta etapa; não é produção nova. A aprovação aqui é revisão de consistência e completude, não reescrita.

Entrada (DoR): HLD e LLD aprovados.

Estrutura do SAD

#SeçãoConteúdoOrigem
1Visão GeralSumário executivo, objetivo, escopo e contexto.BRD
2Requisitos e RestriçõesRFs/RNFs relevantes à arquitetura; restrições técnicas e de negócio.BRD
3Decisões Arquiteturais (ADR)Consolidação dos ADRs registrados nas Etapas 2-3.HLD/LLD
4Visão ArquiteturalC4 L1, L2 e L3; componentes, responsabilidades e interações.HLD/LLD
5Infraestrutura e DeployTopologia de nuvem, pipeline CI/CD, estratégia de deploy (blue/green, canary, rolling).HLD/Bootstrap
6SegurançaModelo de ameaças e controles aplicados (Capítulo 7 / companheiro de Segurança).HLD/LLD
7ObservabilidadeLogs, métricas, traces, alertas, dashboards e SLIs/SLOs.HLD/LLD
8Estratégia de DadosModelo de dados, classificação, retenção, backup, compliance LGPD.BRD/LLD
9Riscos e MitigaçõesConsolidação do Registro de Riscos (Capítulo 5).Todas
10Cronograma e MarcosEtapas de desenvolvimento, datas de revisão e go-live previsto.PM
11GlossárioTermos técnicos e de negócio.-
12Histórico de RevisõesControle de versão: data, autor e descrição das mudanças.-

Architecture Decision Records (ADR)

Cada decisão arquitetural relevante é registrada como ADR no momento em que é tomada (Etapa 2 em diante). O ADR é curto e imutável: decisões não são deletadas, apenas supercedidas por novos ADRs.

Campo ADRDescrição
TítuloADR-NNN: Descrição curta (ex: “ADR-001: PostgreSQL como banco principal”).
StatusProposta / Aceita / Deprecada / Supercedida por ADR-NNN.
ContextoQual problema ou situação motivou a decisão?
DecisãoO que foi decidido, de forma clara e direta.
Alternativas consideradasOutras opções avaliadas.
ConsequênciasImpactos positivos e negativos (trade-offs).
✅ DoD da Etapa 4 (SAD)Todas as 12 seções consolidadas e consistentes com HLD/LLD; ADRs e Registro de Riscos integrados; versionado no Repositório de Documentação. Sem contradições entre seções.

Etapa 5: Bootstrap Técnico

Esta etapa transforma a arquitetura aprovada em um ambiente pronto para desenvolver. Pode iniciar assim que o HLD (Etapa 2) for aprovado, em paralelo às Etapas 3 e 4. Resolve os itens de prontidão que antes não tinham etapa de origem.

Entrada (DoR): HLD aprovado (stack definida).

Conteúdo Obrigatório

ItemDescrição
RepositórioRepositório criado, com README, estrutura de pastas e CODEOWNERS.
Estratégia de BranchesEstratégia de branches definida e documentada no repositório (ex.: Gitflow, trunk-based).
Pipeline CI/CDBuild automatizado + secrets scan + lint + execução de testes.
Gestão de SegredosCofre de segredos definido (ex: AWS Secrets Manager / Parameter Store). Nenhum segredo em repositório ou imagem.
Análise de Segurança no PipelineSAST, SCA (dependências) e, quando aplicável, DAST; ver Capítulo 7.
Ambientesdev/staging/prod provisionados ou com plano de provisionamento e tagging de custo (FinOps).
Convenções de CódigoPadrão de código e formato de issues definidos para o projeto (linter/formatter configurados).
✅ DoD da Etapa 5 (Bootstrap)Repositório e gitflow operacionais; pipeline executa build + secrets scan + SAST/SCA; segredos fora do código; ambientes provisionados ou planejados com tagging de custo.

Etapa 6: Checklist de Go / No-Go

Entrada (DoR): Etapas 1 a 5 concluídas. Antes de iniciar o desenvolvimento, PM, Tech Lead Aprovador e Segurança validam o checklist. Todos os itens obrigatórios devem estar “Concluído”. Itens pendentes bloqueiam o início. Itens Condicionais são obrigatórios quando a dimensão correspondente do BRD se aplica (UI, IA); caso contrário, marcam-se “N/A”.

#ItemObrigatoriedadeStatus
1BRD escrito, revisado e aprovado pelo solicitanteObrigatório☐ Pendente
2Justificativa de negócio (mín. 1 parágrafo) aprovadaObrigatório☐ Pendente
3Processo as-is e to-be mapeadosObrigatório☐ Pendente
4Custo estimado aprovado e reestimado após HLD e LLD (±25%)Obrigatório☐ Pendente
5Dimensões obrigatórias do BRD definidas (criticidade, usuários, multi-idioma, autoscaling, classificação de dados, compliance, UX, uso de IA)Obrigatório☐ Pendente
6Avaliação de impacto LGPD concluída e aprovada por Segurança/DPOObrigatório☐ Pendente
7HLD elaborado com C4 L1 e L2Obrigatório☐ Pendente
8Estratégias de deploy, observabilidade e DR (RTO/RPO) definidasObrigatório☐ Pendente
9HLD aprovado pelo Tech Lead Aprovador (produtor ≠ aprovador)Obrigatório☐ Pendente
10LLD/TDD com modelo de dados e contratos de APIObrigatório☐ Pendente
11Matriz de rastreabilidade (RF → design → teste) preenchidaObrigatório☐ Pendente
12SAD consolidado e versionado no Repositório de DocumentaçãoObrigatório☐ Pendente
13ADRs registrados para decisões relevantesObrigatório☐ Pendente
14Registro de Riscos consolidado com mitigaçõesObrigatório☐ Pendente
15Repositório criado com estrutura e gitflow definidosObrigatório☐ Pendente
16Pipeline CI/CD (build + secrets scan + SAST/SCA) configuradoObrigatório☐ Pendente
17Gestão de segredos definida (sem segredos no código)Obrigatório☐ Pendente
18Ambientes (dev/staging/prod) provisionados ou planejadosObrigatório☐ Pendente
19Estratégia de testes definida (unitário, integração, E2E)Obrigatório☐ Pendente
20Gate de segurança aprovado por Segurança/DPOObrigatório☐ Pendente
21Equipe de desenvolvimento alocada, com papéis e capacidade confirmadosObrigatório☐ Pendente
22Protótipo/wireframes de UX aprovados pelo SolicitanteCondicional (há UI)☐ Pendente
23Avaliação de risco de IA concluída (dados, viés, conformidade)Condicional (há IA)☐ Pendente
24Diagramas versionados no repositório Git ou no Repositório de DocumentaçãoRecomendado☐ Pendente
25Estratégia de observabilidade detalhada (dashboards, alertas)Recomendado☐ Pendente
26Estimativa de prazo alinhada com o solicitanteRecomendado☐ Pendente
✅ CRITÉRIO DE APROVAÇÃOTodos os itens obrigatórios, e os condicionais aplicáveis, devem estar “Concluído” para autorizar o início. A aprovação final exige a tríade Solicitante + Tech Lead Aprovador + Segurança/DPO. Itens recomendados não bloqueiam, mas devem ter prazo definido para conclusão.

Capítulo 5: Registro de Riscos

O Registro de Riscos é iniciado no BRD (riscos de negócio), enriquecido no HLD/LLD (riscos técnicos) e consolidado no SAD. É um artefato vivo.

CampoDescrição
IDRISK-NNN
DescriçãoO risco em uma frase.
CategoriaNegócio / Técnico / Segurança / Cronograma / Dependência externa.
ProbabilidadeBaixa / Média / Alta.
ImpactoBaixo / Médio / Alto.
MitigaçãoAção para reduzir probabilidade ou impacto.
ResponsávelQuem monitora o risco.

Capítulo 6: Matriz de Rastreabilidade

Garante que todo requisito foi desenhado e será testado (P3). Preenchida ao longo do HLD/LLD e validada no Go/No-Go (item 11).

RF/RNFDescriçãoComponente (HLD/LLD)Endpoint / APICaso de TesteCritério de Aceite
RF-001TC-001CA-001
RNF-001-TC-0NNSLO-001

Capítulo 7: Baseline Mínimo de Segurança

Vigente até o companheiro de Segurança ser publicado. Quando ele existir, prevalece e este baseline torna-se o piso.

ControleExigência mínima
Threat ModelingAnálise STRIDE dos principais fluxos, registrada no HLD.
Autenticação/AutorizaçãoDefinidas no HLD; princípio de menor privilégio.
CriptografiaEm trânsito (TLS) e em repouso para dados Confidenciais/Restritos.
Gestão de SegredosCofre dedicado; nenhum segredo em repo, log ou imagem.
Análise no PipelineSecrets scan + SAST + SCA obrigatórios; DAST quando houver superfície web exposta.
LGPDAvaliação de impacto (RIPD, conforme guia da ANPD) concluída quando há coleta de dados pessoais.
Gate de SegurançaAprovação de Segurança/DPO no Go/No-Go (item 20).

A atestação de cada controle é registrada em Templates/template-baseline-seguranca.md, produzida pelo Arquiteto/TL e aprovada pelo Segurança/DPO. Exemplo preenchido em Examples/exemplo-baseline-seguranca-preenchido.md.

Capítulo 8: Tailoring por Criticidade

O rigor do processo escala com a criticidade (P8). BRD e Go/No-Go nunca são dispensados. Simplificações exigem registro da decisão pelo Tech Lead Aprovador.

ArtefatoBaixaMédiaAltaCrítica
Etapa 0 (Discovery/Spike)OpcionalOpcionalRecomendadoRecomendado
BRD
HLD (C4 L1/L2)Simplificado
Protótipo UX (quando há UI)Wireframe simples
LLD/TDD (C4 L3)Opcional
SADOpcionalSimplificado
Bootstrap Técnico
Threat Modeling formal-Recomendado
Go/No-Go

Trilha Leve (criticidade Baixa): o BRD e o HLD simplificado podem ser combinados em um documento único (estilo one-pager / design doc), desde que preserve: problema, objetivo mensurável, escopo, RF/RNF, dimensões obrigatórias do BRD, C4 L1 e stack com justificativa. As demais regras (produtor ≠ aprovador, registro formal, Go/No-Go) permanecem integrais.

Capítulo 9: Resumo de Artefatos e Onde Armazenar

Na coluna Armazenamento, Repositório de Documentação é a ferramenta acordada entre as partes no início do projeto e registrada no BRD (ex: Confluence, SharePoint, wiki do Git).

ArtefatoEtapaProdutorAprovaçãoArmazenamento
Spike / PoC Report0Arquiteto / Dev LeadTech Lead AprovadorRepositório de Documentação
Business Requirements Document (BRD)1Solicitante + PMPM (+ Solicitante)Repositório de Documentação
Process Map (as-is / to-be)1SolicitantePMRepositório de Documentação / ferramenta de diagramas
Protótipo / Wireframes (UX)1→3UX Designer / SolicitanteSolicitanteFerramenta de design / Repositório de Documentação
Registro de Riscos1→4ProdutorTech Lead AprovadorRepositório de Documentação
High-Level Design (HLD)2Arquiteto / TLTech Lead AprovadorRepositório de Documentação
Diagrama C4 L1 / L22Arquiteto / TLTech Lead AprovadorRepositório de Documentação / Repo Git
Low-Level Design / TDD3Dev Lead / ArquitetoTech Lead AprovadorRepositório de Documentação
Diagrama C4 L33Dev LeadTech Lead AprovadorRepositório de Documentação / Repo Git
Diagrama ER / Schema3Dev LeadTech Lead AprovadorRepositório de Documentação / Repo Git
Especificação OpenAPI / Swagger3Dev LeadTech Lead AprovadorRepositório Git
Diagramas de Sequência3Dev LeadTech Lead AprovadorRepositório de Documentação / Repo Git
Matriz de Rastreabilidade2→3ProdutorTech Lead AprovadorRepositório de Documentação
Baseline Mínimo de Segurança2→6Arquiteto / TLSegurança / DPORepositório de Documentação
Solution Architecture Document (SAD)4ArquitetoTech Lead AprovadorRepositório de Documentação
Architecture Decision Records (ADR)2→4Arquiteto / TLTech Lead AprovadorRepositório Git
Configuração de Repo / CI/CD / Ambientes5Dev Lead / DevOpsTech Lead AprovadorRepositório Git / IaC
Checklist Go / No-Go6PM / Tech LeadSolicitante + TL Aprovador + SegurançaRepositório de Documentação / E-mail

Capítulo 10: Glossário e Acrônimos

TermoSignificado
ADRArchitecture Decision Record: registro de decisão arquitetural.
BRDBusiness Requirements Document: documento de requisitos de negócio.
C4Modelo de diagramação em 4 níveis: Context, Containers, Components, Code.
CI/CDContinuous Integration / Continuous Delivery.
ComplianceConformidade com normas e regulamentos (LGPD, PCI-DSS, SOC 2…).
DASTDynamic Application Security Testing: teste de segurança em execução.
DoDDefinition of Done: critério de aceite/saída de uma etapa.
DoRDefinition of Ready: critério de entrada de uma etapa.
DPOData Protection Officer: Encarregado de Proteção de Dados.
DRDisaster Recovery: recuperação de desastre.
EREntidade-Relacionamento (modelo de dados).
FinOpsGestão financeira de custos de nuvem.
HLDHigh-Level Design: design de alto nível.
IaCInfrastructure as Code.
i18nInternationalization: internacionalização.
LGPDLei Geral de Proteção de Dados.
LLDLow-Level Design: design de baixo nível.
LLMLarge Language Model: modelo de linguagem de grande porte (componente de IA).
MoSCoWPriorização: Must / Should / Could / Won’t.
PoCProof of Concept: prova de conceito.
RACIResponsible, Accountable, Consulted, Informed.
Repositório de DocumentaçãoFerramenta de documentação formal acordada entre as partes no início do projeto e registrada no BRD (ex: Confluence, SharePoint, wiki do Git). Onde os artefatos e aprovações são registrados.
RF / RNFRequisito Funcional / Requisito Não-Funcional.
RIPDRelatório de Impacto à Proteção de Dados Pessoais (avaliação de impacto LGPD, conforme ANPD).
RTO / RPORecovery Time Objective / Recovery Point Objective.
SADSolution Architecture Document: documento de arquitetura da solução.
SASTStatic Application Security Testing: análise estática de segurança.
SCASoftware Composition Analysis: análise de dependências.
SLA / SLI / SLOService Level Agreement / Indicator / Objective.
STRIDEMetodologia de threat modeling (Spoofing, Tampering, Repudiation, Information disclosure, DoS, Elevation of privilege).
TCOTotal Cost of Ownership: custo total de propriedade (construção + operação recorrente).
TDDTechnical Design Document (neste playbook; não confundir com Test-Driven Development).
UXUser Experience: experiência do usuário.
WCAGWeb Content Accessibility Guidelines: diretrizes de acessibilidade.

Observações Finais

  • Todos os artefatos devem estar formalizados no Repositório de Documentação (ferramenta acordada entre as partes e registrada no BRD) ou por e-mail com o solicitante antes do início do desenvolvimento.
  • Alterações de escopo após a aprovação seguem o Capítulo 4 (Gestão de Mudanças).
  • O Tech Lead Aprovador é o guardião deste processo e pode exigir revisão de qualquer artefato a qualquer momento, respeitando sempre a segregação produtor ≠ aprovador.
  • O tailoring por criticidade (Capítulo 8) permite simplificar artefatos; o BRD e o Go/No-Go nunca são dispensados.
  • Dúvidas sobre a aplicação deste processo devem ser direcionadas ao Time de Arquitetura.

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